Vitrines em Foco
Percepção do público: De 10 vitrines observadas, 40% eran voltadas para o o público feminino e masculino, 20% somente para o público feminino, 20% para o público masculino e 20% voltada para o infantil.
Percepção do estilo: Em relação ao estilo proposto não houve nenhuma dúvida, todas as lojas estavam focadas, os estilos femininos observados iam do casual ao despojado, do elegante ao dia-a-dia, do sofiticado ao romantico. E no estilo masculino encontrava-se do clássico ao casual, do social ao dia-a-dia, do despojado ao esportivo, e também beach wear e espotivo. No infantil observamos o estilo casual, dia-a-dia e fashion.
Cores: Para o público masculino as cores passavam por preto, azul, vermelho, rosa e bege, e branco com uma mistura de litras e xadrez. As cores femininas passavam pelos os mesmo tons das masculinas, apenas incluindo também estampas florais e color block. E para o público infantil é claro que o que predominou foi os tons de rosa e azul.
Composição visual: Nesse requisito todas as lojas foram positivas, pois em todas as vitrines observamos requisitos a fim de compor e organizar o espaço da vitrine, como vasos de flores, banner, suportes de madeira para os maniquins, cubos e expozitores de outros produtos, e em apenas uma vitrine houve um excesso de mercadorias expostas soltas, mas na maioria delas havia harmonia na composição e estava de acordo com o público alvo e estilo oferecido pela loja. E também foi na maior parte das vitrines que observamos que a estação do no ano focada foi primavera-verão.
Produtos expostos: Os manequins expostos foram de 3 á 28 por vitrine, isso nos revela que havia lojas de pequeno e grande porte, e em relação a peças de roupas soltas, foram de 0 á 36 peças por vitrine e além das roupas em quase todas as lojas, com excessão de uma, havia algum produto diferenciado exposto como, calçados, bolsas, carteiras, cintos, bonés, chapéus, lenços, skates, jóias... E em apenas uma loja havia um pequeno excesso de mercadorias expostas no chão, foi onde achamos que houve uma pequena sobrecarga, pois a loja era de pequeno porte para a quantia de roupas em seu espaço.
Preço: Visualizamos divulgação de preços na metade das vitrines pesquizadas, e nessas que indicavam os preços, observamos que os valores agregados as roupas estavam condizentes com o perfil do público proposto, mas nas vitrines que não indicavam os valores em seus produtos não houve possibilidade de saber se o preço estava condizente ou não com o público alvo.
Opnião: Ao observar as vitrines, em todas consegui indentificar o público alvo e perceber o estilo proposto pela marca, e esse é um requisito que não deve faltar nas vitrines, pois mostra ao seu público onde ele deve entrar e ter a certeza que ali ele vai achar o que esta procurando, o seu estilo, a vitrine é a cara da loja, então a vitrine tem que ter a cara do seu público alvo. As cores predominantes eram as propostas para a estação em que estamos entrando, primavera-verão, que variavam de tons escuros para tons claros,os florais não podia faltar, representando a estação da flores e uma mistura de cores fortes, o color bock, como amarelo, vermelho, verde, azul, laranja...cores alegres, representando bem a cara do verão! O visual em geral das vitrines estava harmonioso e condizente com a com as propostas das lojas, nas vitrines sempre havia algum artifício diferenciado afim de compor e dar vida ao restante do espaço, em algumas delas encontramos televisões, vasos com flores, castelo em uma loja infantil, que é claro que deve chamar atenção de crianças, e até em uma delas encontramos uma máquina de costura super antiga, super interessante! Somente em relação ao preço que as lojas devem tomar um pouco mais de cuidado, pois na metade delas não havia valor nenhum agregada ao produtos expostos, e muitas vezes esse requisito gera uma barrera entre cliente e loja!
Este foi um trabalho de pesquiza em vitrines, realizado dia 14 de setembro, no shopping DELA, em criciúma. Onde o trio (Grazi, Nanda e Eu) receberam um questionário com 16 perguntas relacionadas a público alvo, percepção de estilo, cores, composição visual, produtos expostos, e preço, após observarem as 10 lojas propostas e obterem as respostas, eu e minhas colegas debatemos com nossa professora em sala de aula os pontos positivos e negativos, chegando em uma conclusão geral da pesquiza realizada!
terça-feira, 27 de setembro de 2011
segunda-feira, 26 de setembro de 2011
Pesquisa in loco no calçadão de Araranguá 25/08
Vitrines em Foco
Percepção do público alvo: Podemos observar que entre 10 vitrines pesquisadas, a maioria delas tem como o público, o feminino (8 lojas), depois vem o público mascclino (4 lojas) e apenas duas lojas focaram todos os públicos (feminino, masculino, infantil e bebe) sendo que entre essas, uma comercializava calçados e outra o vestuário.
Percepção do estilo: Em 80% das lojas tinham um estilo proposto bem claro, e 20% estavam com o estilo confuso e misturado. Os estilos que mais predominavam eram o casual e despojado voltados para o público jovem.
Cores: Em 80% das lojas ouve uma harmonia de cores, na maior parte encontramos os tons de preto, azul e jeans, e bege, vermelho, rosa, e também a predominância de estampas como xadrez, listras e florais. E em apenas 20% das lojas as cores propostas estavam um pouco confusas e misturadas, sem um tom predominante...
Composição visual: Em quase todas as lojas (80%) foram usados artifícios como bancos, prateleiras, cubos de madeira para compor a vitrine, usados como suporte de sapatos, bolsas e acessórios, 70% das composições ficavam harmoniosas e 30 % delas a harmonia estava pesada . Algumas dessas lojas também optaram por compor suas vitrines com banner e vasos de flores, representando a estação do ano, onde metade das lojas (50%) focaram na primavera-verão, em 30% das lojas predominava outono-inverno, e em apenas 20% estava confusa e misturada a estação do ano focada na vitrine.
Produtos expostos: Em todas as lojas de roupas haviam manequins expondo as roupas, sapatos e bolsas, grande parte das lojas não optaram por colocar peças de roupas soltas no espaço da vitrine, mas produtos como carteiras, cintos, bonés, caçados, bolsas, e jóias havia na grande maioria, e em apenas 20% dessas houve uma sobrecarga de produtos expostos.
Preço: Metade das lojas optaram por colocar preços em todas as peças, mas a outra parte os preços não apareciam ou só em algumas peças. Mas sempre quando havia preço, ele estava condizente com o público alvo proposto.
Opnião: Observando as vitrines, observei que na maioria das vitrines, o público alvo proposto estava bem visível, e o estilo estava sempre bem estabelecido, e isso é muito importante, pois permite aos clientes se identificarem facilmente com as roupas expostas, entrarem e conhecerem a loja e o restante dos produtos, e não ficarem apenas na vitrine... As cores estavam focadas na estação proposta, e na maiorias das vitrines sempre algum tom predominava, com florais e xadrez combinando com o tom proposto. Grande parte das lojas optaram por artifícios e outros produtos expostos para compor o visual das vitrines, um fato importante, pois assim há uma melhor apresentação das mercadorias e possibilita que as pessoas possam comprar vários produtos em um mesmo lugar. E em relação ao preço, metade das lojas colocaram preço em todas as peças, e a outra metade optaram por não colocar, acho que as lojas deveriam das mais importância para esse requisito, pois muitas vezes as pessoas não entram na loja achando que o preço pode não ser aquilo que estão procurando, gerando uma barreira entre cliente e loja, e foram aquelas lojas que procuraram atender todos os públicos que acabaram sobrecarregando suas vitrines, é claro que o intuito era de mostrar todos os seus produtos oferecidos, mas elas tem que se preocupar um pouquinho mais com os excesso de informações...
Este foi um trabalho de pesquiza em vitrines, realizado dia 25 de agosto, no centro de Araranguá. Onde as duplas receberam um questionário com 16 perguntas, relacionadas a público alvo, percepção de estilo, cores, composição visual, produtos expostos, e preço. Após observarem as 10 lojas propostas, e obterem as respostas, eu e minhas colegas debatemos com nossa professora em sala de aula os pontos positivos e negativos, chegando em uma conclusão geral da pesquiza realizada!
Percepção do público alvo: Podemos observar que entre 10 vitrines pesquisadas, a maioria delas tem como o público, o feminino (8 lojas), depois vem o público mascclino (4 lojas) e apenas duas lojas focaram todos os públicos (feminino, masculino, infantil e bebe) sendo que entre essas, uma comercializava calçados e outra o vestuário.
Percepção do estilo: Em 80% das lojas tinham um estilo proposto bem claro, e 20% estavam com o estilo confuso e misturado. Os estilos que mais predominavam eram o casual e despojado voltados para o público jovem.
Cores: Em 80% das lojas ouve uma harmonia de cores, na maior parte encontramos os tons de preto, azul e jeans, e bege, vermelho, rosa, e também a predominância de estampas como xadrez, listras e florais. E em apenas 20% das lojas as cores propostas estavam um pouco confusas e misturadas, sem um tom predominante...
Composição visual: Em quase todas as lojas (80%) foram usados artifícios como bancos, prateleiras, cubos de madeira para compor a vitrine, usados como suporte de sapatos, bolsas e acessórios, 70% das composições ficavam harmoniosas e 30 % delas a harmonia estava pesada . Algumas dessas lojas também optaram por compor suas vitrines com banner e vasos de flores, representando a estação do ano, onde metade das lojas (50%) focaram na primavera-verão, em 30% das lojas predominava outono-inverno, e em apenas 20% estava confusa e misturada a estação do ano focada na vitrine.
Produtos expostos: Em todas as lojas de roupas haviam manequins expondo as roupas, sapatos e bolsas, grande parte das lojas não optaram por colocar peças de roupas soltas no espaço da vitrine, mas produtos como carteiras, cintos, bonés, caçados, bolsas, e jóias havia na grande maioria, e em apenas 20% dessas houve uma sobrecarga de produtos expostos.
Preço: Metade das lojas optaram por colocar preços em todas as peças, mas a outra parte os preços não apareciam ou só em algumas peças. Mas sempre quando havia preço, ele estava condizente com o público alvo proposto.
Opnião: Observando as vitrines, observei que na maioria das vitrines, o público alvo proposto estava bem visível, e o estilo estava sempre bem estabelecido, e isso é muito importante, pois permite aos clientes se identificarem facilmente com as roupas expostas, entrarem e conhecerem a loja e o restante dos produtos, e não ficarem apenas na vitrine... As cores estavam focadas na estação proposta, e na maiorias das vitrines sempre algum tom predominava, com florais e xadrez combinando com o tom proposto. Grande parte das lojas optaram por artifícios e outros produtos expostos para compor o visual das vitrines, um fato importante, pois assim há uma melhor apresentação das mercadorias e possibilita que as pessoas possam comprar vários produtos em um mesmo lugar. E em relação ao preço, metade das lojas colocaram preço em todas as peças, e a outra metade optaram por não colocar, acho que as lojas deveriam das mais importância para esse requisito, pois muitas vezes as pessoas não entram na loja achando que o preço pode não ser aquilo que estão procurando, gerando uma barreira entre cliente e loja, e foram aquelas lojas que procuraram atender todos os públicos que acabaram sobrecarregando suas vitrines, é claro que o intuito era de mostrar todos os seus produtos oferecidos, mas elas tem que se preocupar um pouquinho mais com os excesso de informações...
Este foi um trabalho de pesquiza em vitrines, realizado dia 25 de agosto, no centro de Araranguá. Onde as duplas receberam um questionário com 16 perguntas, relacionadas a público alvo, percepção de estilo, cores, composição visual, produtos expostos, e preço. Após observarem as 10 lojas propostas, e obterem as respostas, eu e minhas colegas debatemos com nossa professora em sala de aula os pontos positivos e negativos, chegando em uma conclusão geral da pesquiza realizada!
segunda-feira, 12 de setembro de 2011
História da Moda - Didier Grumbach
As origens da costura
Até o século XVII, ser costureira era muito modesto, elas eram procuradas apenas para fazer concertos e ajustes para alfaiates e camiseiros, elas só conseguiam constituir um numero de clientes com muito sigilo.
E essas costureiras contraventoras eram perseguidas impiedosamente, multiplicando a multas e apreensões em seus domicílios, de tecidos e trajes.
Diante a sociedade somente os mestres alfaiates podiam vestir homens e mulheres com legitimidade.
Mas a partir de 1675, por ordem do rei Luís XIV, é que as costureiras adquiriram reconhecimento e parte e parte do mercado, com o motivo de que"é de bom-tom e conveniente ao pudor e a modéstia de mulheres e moças se vestirem com pessoas do mesmo sexo quando acharem apropriado" Mas ainda são proibidas de ter suas lojas com qualquer peça de tecido ou de comercializá-las.
E somente em 1782, é concedido as costureiras o direito de competir igualmente com os alfaiates na confecção de corpetes, espartilhos e crinolinas... a partir de então algumas ficaram famosas, e entre elas que ficaram para posteridade podemos citar Rose Bertin.... Por maior que seja a notoridade das costureiras, porem sua autonomia e poder de atuação continuam restritos.
Descrição de imagem: ao lado a pintura retratada de Rose Bertin ela tem cabelos ondulados e castanhos claro,amarrado na cabeça, com apenas uma pequena tiara delicada de cor lilás com rosa em cima da cabeça,sua pele é clara, tem olhos baixos com ar de fragilidade, nariz pequeno e boca e pele rosada. Ela veste um vestido vermelho com renda tom sobre tom.
Fonte de pesquisa: GRUMBACH, Didier História da moda: As origens da costura, São Paulo: Cosac Naify, 2009
Até o século XVII, ser costureira era muito modesto, elas eram procuradas apenas para fazer concertos e ajustes para alfaiates e camiseiros, elas só conseguiam constituir um numero de clientes com muito sigilo.
E essas costureiras contraventoras eram perseguidas impiedosamente, multiplicando a multas e apreensões em seus domicílios, de tecidos e trajes.
Diante a sociedade somente os mestres alfaiates podiam vestir homens e mulheres com legitimidade.
Mas a partir de 1675, por ordem do rei Luís XIV, é que as costureiras adquiriram reconhecimento e parte e parte do mercado, com o motivo de que"é de bom-tom e conveniente ao pudor e a modéstia de mulheres e moças se vestirem com pessoas do mesmo sexo quando acharem apropriado" Mas ainda são proibidas de ter suas lojas com qualquer peça de tecido ou de comercializá-las.
E somente em 1782, é concedido as costureiras o direito de competir igualmente com os alfaiates na confecção de corpetes, espartilhos e crinolinas... a partir de então algumas ficaram famosas, e entre elas que ficaram para posteridade podemos citar Rose Bertin.... Por maior que seja a notoridade das costureiras, porem sua autonomia e poder de atuação continuam restritos.Descrição de imagem: ao lado a pintura retratada de Rose Bertin ela tem cabelos ondulados e castanhos claro,amarrado na cabeça, com apenas uma pequena tiara delicada de cor lilás com rosa em cima da cabeça,sua pele é clara, tem olhos baixos com ar de fragilidade, nariz pequeno e boca e pele rosada. Ela veste um vestido vermelho com renda tom sobre tom.
Fonte de pesquisa: GRUMBACH, Didier História da moda: As origens da costura, São Paulo: Cosac Naify, 2009
segunda-feira, 22 de agosto de 2011
O que? Anarruga...
A ANARRUGA é um tipo de tecido de poliéster, seda ou algodão fino, usado na confecção de roupas leves de verão, como blusas, vestidos, shorts ... apresenta uma textura enrrugada ou plissada no urdume ou na trama conseguida através da utilização de fios com encolhimentos diferentes. Conhecido nos EUA como Seersucker.
"São as ondulações sobre sua superfície que tornam o tecido de anarruga especialmente apropriado aos dias de verão, pois elas permitem a circulação de ar sob a roupa amenizando a sensação de calor"
Descrição da imagem: um vestido feminino adulto e um infantil ao lado, em maniquins de meio corpo sem braços e pernas, em um suporte de metal, ambos vestidos são salmom e estampados com flores e borboletas pretas de tecido anarruga, os vestidos são iguais com gola V, manga média e soltos ao corpo.
Fontes de pesquisa:
www.donabra.com.br
www.imatecidos.com.br/modaspot.abril.com.br/cultura-fashion/dicionario-da-moda-anarruga
www.portaisdamoda.com.br/glossario-moda~tecido+de+anarruga
quinta-feira, 18 de agosto de 2011
Quando? Iniciou-se o estilo DANDY...
No século XIX, por homens e mulheres inspiradas pelo estilo dos dandies Vitorianos que tinham um senso estético apuradíssimo, essas pessoas dão importância particular a aparência física, a língua refinada, e ao cultivo de passatempos calmos.
Um Dandy se esforçava para imitar um estilo de vida aristocrático, mesmo que muitos viessem da classe média, ele poderia ser considerado um tipo de esnobe, ou um guerreiro na luta de classes, ou de um traidor da classe.
O Dandysmo pode ser visto como um protesto não-político de encontro à ascensão de princípios de igualdade, é um movimento contrário ao exagero de pó-de-arroz e uma crítica sutil a nobreza.
O Dândy atual , adota cartolas, fraques, bengalas, roupas elegantes e excêntricas que nos remetem a era passada. Mulheres também usam. Os cabelos são sempre bem cuidados , em geral grandes ( mas isso não é uma obrigação). E de maquiágem, quase sempre lápis preto nos olhos... podemos notar ainda o uso de calças ajustadas.
Podemos ver uma alma Dandy em Coco Chanel…o cabelo curto, os ternos, as feições firmes.
Descrição da imagem: Em uma foto em preto e branco, com o fundo num tema de passarinhos e flores, a estilista Coco Chanel pousa para uma foto com um olhar forte e distante para cima em sua direita. Ela veste uma blusa básica preta com um terno branco de formas arredondadas sobreposto, com os punhos dobrados, dois bolsos na altura dos seios,calça preta e cabelos amarrados com um lenço e acessórios como pulceiras e um brinco e colar com pérolas...
Fontes de pesquiza:
yahoo.com/question
gatasdebotas.wordpress.com
/fashionnroll.blogspot.com/estilodandy
Quem? Thais Losso
Thais Losso é uma das estilistas mais hypes da cidade de São Paulo.
Graduada como Bacharel em Desenho de Moda pela FASM foi apontada por um dos maiores jornais da cidade como uma das promessas da sua turma de formandos.
Descrição da imagem: Ao lado uma foto da estilista Thais Losso em meio a um evento de moda e a sua volta outras pessoas. Ela tem com os cabelos longos e cacheados, ela esta com uma expressão de felicidade, com um belo sorriso no rosto! Ela veste uma blusa verde bandeira de tecido plano, de mangas curtas e decote em V com botões escuros no centro da blusa. Sem maquiágem, apenas com um brinco de argola de prata, e nas costa uma mochila preta...
Atualmenta ela trabalha como coordenadora de estilo das marcas CAVALERA, ZAPPING e SOMMER, com as quais ela já fez mais de 15 desfiles no calendário nacional (SPFW e FASHION RIO). Atualmente a estilista assina uma coluna de moda na CAPRICHO onde expressa sua opinião e também é jurada do programa “Temporada de Moda” o reality show promovido pela Revista, que é assistido no canal pago Boomerang.
E trabalha de consultora de criação de moda e conteúdo para grandes empresas.
Pessoal...
De onde vem e para onde vai Thais Losso?
Vim da Aclimação e voltei pra cá depois de morar em vários lugares. E acho que no final vou pro céu, pois tenho sido uma boa moça…
Por onde anda?
Eu e meu marido não saímos muito, pois trabalhamos feito dois alucinados. Quando a gente se aventura, vamos visitar a família, os amigos ou jantar fora. Aí vamos ao Ritz do Itaim, La Frontera, Le Vin, em algum Sushi barato ou bater um hamburguer no Joakin’s, que ele adora.
A moda em São Paulo é a melhor por que…
Hmmmmmm… Não sei não se a de São Paulo é a melhor. A do Rio tá bombando. A Cantão, a Farme, a Redley, a Maria Bonita Extra e outras marcas cariocas estão fazendo beeeeem bonito nesse momento…
Fontes de pesquiza:
republica.capricho.abril.com.br/temporadademoda
thaislosso.com.br/blog
www.tvtelinha.com
urbanistas.com.br/sp/2008/06/06/ela-e-sampa-thais-losso
quinta-feira, 11 de agosto de 2011
A Tecnologia na MODA, mais conforto e praticidade para voce!
Descrição da imagem: Em uma sacada de um apartamento, um homem aproximadamente 25 anos, com camisa gola polo branca com estampa preta, e calça preta, sentado em sua poltrona, escuta sua música preferida com seu fone de ouvido plugado em seu notebook e ao seu lado, em pé, uma garota num estilo moderno, com cabelos amarrados, colete com zíper central e na sua calça jeans creme, próximo ao bolso, quatro botões onde ela pode controlar seu Ipod, no lugar e no momento em que preferir... ISSO É CONFORTO
A tecnologia esta cada vez mais trazendo conforto e praticidade para o nosso dia-a-dia... e ma MODA não deixa de ser assim! Um exemplo são as roupas com circuito eletrônico, onde as pessoas podem tranquilamente trocar de música e até mesmo aumentar o volume enquanto estão andando de bicicleta! Achei muito interessante o fato de ter acesso ao ipod sem precisar pega-lo na mão, e na foto abaixo, a jaqueta é impermeavel então no caso de cair uma chuvinha no fim de tarde poderei usar meu aparelho com toda proteção!
Descrição da imagem: Em um lindo jadim com o gramado verde e arvores ao fundo, um homem de aproximadamente 27 anos, pedala diariamente em sua bicicleta arrojada, nas cores preta e vermelha! Ele gosta de pedalar sempre escutando música, e com o fone no ouvido, ele usa a mão esquerda para segurar a bicicleta, e a mão direita para pausar a música, apartir da manga, em um bolso onde esta seu ipod, e por fora do bolso os botões estampados, o tecido é sensível ao tato. Com um simples toque ele pode mudar a faixa ou subir o volume, sem precisar parar a bicicleta! ISSO É PRATICIDADE
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